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InformCoins - principais notícias no universo dos criptoativos | 05/01/2020 a 12/01/2020

Xuperchain: criptoativo do Baidu


A empresa chinesa Baidu, que possui um dos maiores buscadores do mundo, acaba de lançar seu próprio criptoativo, a Xuperchain. O criptoativo tem blockchain de códeigo aberto construído com base na tecnologia desenvolvida pela Baidu, distribuindo masternodes por todo o país, em conformidade com os padrões legais chineses. Até o momento, sete instituições autorizadas já foram introduzidas aos nós da rede.

Conforme o whitepaper do criptoativo: “O Xuperchain fornece aos usuários um ambiente para rápida implantação e operação de aplicativos blockchain e computação. Os recursos flexíveis de pagamento de recursos como armazenamento reduzem diretamente os custos de implantação, operação e manutenção do usuário e tornam os links de confiança mais convenientes”.

Conforme relatório da mídia local, o Xuperchain apresenta segurança autônoma em pagamentos de baixo custo e sua rede pode sustentar cerca de 350TPS, tornando este criptoativo um grande concorrente do Ethereum. Além disso, o criptoativo da Baidu possui o próprio explorador de blockchain e propicia para os clientes um ambiente para realização da implementação de funções de blockchain.

A Xuperchain é baseada em contratos inteligentes e utiliza-se de processamento em cadeia paralela para executá-los. Os contratos inteligentes são escritos e executados em Solidity (linguagem de programação também utilizada pelo Ethereum) e Go (linguagem criada pelo Google).

Conforme o whitepaper do criptoativo, o seu objetivo é “modernizar a capacidade de governança da China, ajudando o país a liderar outras nações no processo de desenvolvimento de projetos de blockchain”.


Fontes:

Livecoins

Guia do Bitcoin

Cointimes


Hackers utilizam Telegram para roubar criptomoedas


O grupo de hackers norte coreano Lazarus, especialista em roubos de Bitcoin, lançou uma nova onda de malwares chamada de “Operação AppleJeus Sequel”. Conforme informações da empresa de segurança Kaspersky Lab, este grupo está criando e lançando sites falsos disfarçados de plataformas de negociação de criptoativos para roubar criptomoedas de empresas e usuário. Os sites possuem links maliciciosos que levam o usuário a falsos canais do Telegram que distribuem o malware.

Além disso, o Lazarus registrou uma empresa inexistente para poder entregar arquivos corrompidos a usuários de macOS, incluindo um mecanismos de autenticação que permite a transferência secreta de informações confidenciais dos usuários. A falsa empresa fornecia uma atualização de software de uma falsa wallet. Quando a atualização era instalada, o dispositivo era infectado e os hackers conseguiam obter acesso remoto ao dispositivo para controlá-lo e obter informações dos usuários.

O novo malware, no entanto, tem causado muita preocupação, pois é executado na memória RAM dos dispositivos ao invés de ser executado nos discos rígidos, fazendo com que passe despercebido pelo usuário.

A grande parte das vítimas do ataque são empresas de criptoativos localizadas no Reino Unido, Polônia, Rússia e China.


Fontes:

Decrypt

Guia do Bitcoin

Cointelegraph

Prefeitura de Birigui sofre ataque ransomware


A Prefeitura de Birigui, no interior de São Paulo, foi atacada por um ransomware no dia

08/01/2020 e desde então está com as atividades comprometidas devido ao bloqueio do acesso. Conforme divulgado à imprensa, os hackers invadiram o sistema ao final da tarde do dia 8 e foram identificados pelo departamento de informática da prefeitura, que conseguiu evitar maiores danos, mas não conseguiu evitar o bloqueio de parte do sistema.

Segundo a assessoria da prefeitura, não houve roubo de informações, mas os serviços de atendimento ao público estão parados devido ao ransomware.

A prefeitura de Birigui ainda não foi contatada pelos hackers, mas já registrou um boletim de ocorrência e trabalha para desbloquear os sistemas afetados.

O caso é similar aos ataques ransomware realizados contra a Prefeitura de Barrinhas (SP) e o Porto de Fortaleza (CE) ao final de 2019.


Fontes:

Livecoins

Cointelegraph


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