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InformCoins - principais notícias no universo dos criptoativos | 07/09/2019 a 14/09/2019

Atualizado: 18 de Set de 2019

O universo das criptomoedas se transforma constantemente e sem aviso prévio. A popularização e uso cada vez mais crescente das cryptocurrencies provocam grandes mudanças para além do universo digital em que as moedas do futuro se encontram. Sabendo do impacto que essas mudanças podem ter no mundo físico, compilamos alguns dos principais acontecimentos da semana envolvendo as transformações da nova economia digital.


Uma das maiores transações de criptomoedas da história do Bitcoin é registrada


No dia 06 de setembro de 2019 foi registrada uma transação de 94.504 BTC, o equivalente a US$ 1,031 bilhão no atual valor de mercado da criptomoeda.

A transação incomum movimentou, segundo o Whale Alert, equivalente a 0,5% dos bitcoins em circulação no mundo e gerou muitos rumores, pois não envolveu carteiras de criptomoedas conhecidas ou pertencentes à empresas de exchange específicas. Uma das teorias mais discutidas se refere ao lançamento da Bakkt, empresa iniciativa da Intercontinental Exchange Inc, que oferecerá uma plataforma para compra, venda e armazenamento de moedas digitais.

Outro fato curioso se refere à taxa paga para a realização da operação. As taxas variam de acordo com a velocidade que o remetente deseja que a transação seja processada dentro do Blockchain pelos mineradores. Nesse caso, o remetente que realizou tamanha transferência pagou uma taxa de 480 satoshis por byte (US$700,00), cerca de 20 vezes mais que o valor que poderia ter sido pago: 23 satoshis por byte (US$35,00).

Fontes:

Livecoins

Cointelegraph (Notícia 1)

Cointelegraph (Notícia 2)

Bitinfocharts


Alemanha e França contrárias ao desenvolvimento da Libra na União Europeia

A stablecoin - criptomoeda com pouca variação em seu valor de mercado - Libra do Facebook encontra dificuldades para ser desenvolvida na União Europeia. O audacioso projeto que envolve 28 empresas globais, entre elas Visa, Paypal, Uber, eBay e Mastercard, vê nas grandes potências da UE um empecilho para sua continuidade.

Embora conte com apoio da Suíça, representantes da França e da Alemanha se demonstram desfavoráveis a inserção de stablecoins privadas no mercado, sob a premissa de que elas seriam um risco para a estabilidade financeira dos países, principalmente com tantas frentes de ação comandadas pelos Bancos Centrais visando controlar a inflação e as crises financeiras.

Em contrapartida o impacto provocado pelo anúncio da stablecoin do Facebook trouxe à tona a ideia de que a União Europeia poderia considerar a criação de uma criptomoeda estatal que seria concorrente direta da moeda de Zuckerberg.

Fontes:

Tecnoblog

Cointelegraph


Telefonia móvel no Brasil pode ser paga com criptomoedas


A criptomoeda Electroneum, lançada em 2017 por uma startup de mesmo nome, realiza parceria com a Claro, uma das gigantes da telefonia móvel brasileira para a realização de pagamento de faturas utilizando-se da criptomoeda.

A startup também está em negociações com a Vivo, Tim e OI, para que os clientes também possam usufruir da nova tecnologia de pagamentos. Fechar negócios com essas empresas representaria que 95% dos usuários de telefonia móvel no Brasil - cerca de 220 milhões de pessoas - poderiam realizar pagamentos de fatura através da Electroneum.

Isso, além de demonstrar um grande avanço do país em relação à nova economia digital, também gera uma grande movimentação da população para buscar engajar-se no mundo das cryptocurrencies.

Fontes:

Livecoins

Mundo Conectado


Criptomoedas como parte da economia venezuelana


A Venezuela enfrenta uma grave crise sociopolítica que apresenta reflexos desastrosos na economia do país. Entretanto, o atual presidente tem buscado estruturar ações para a inserção de criptomoedas descentralizadas nas transações monetárias do país.

Uma dessas ações que gerou grande repercussão foi a adoção de registros de wallets por meio do banco estatal da Venezuela. Isso foi marcante, pois até então só havia a possibilidade de transacionar a criptomoeda Petro - relacionada às reservas de petróleo venezuelanas - através da wallet oficial do criptoativo com negociações em empresas de exchange venezuelanas como Bancar e Amberes.

A nova funcionalidade que aparece no painel de gerenciamento das contas bancárias dos usuários está em seu estágio inicial, permitindo, no momento, apenas a opção de registrar uma wallet Petro. Porém isso abre uma grande possibilidade para que outras criptomoedas possam ser transacionadas através do banco estatal do país, que já oferece opção de transações em moeda fiduciária.

Outra movimentação nesse sentido foi a implementação do primeiro ATM (caixa eletrônico) Bitcoin do país. Anunciado desde janeiro, o projeto repleto de idas e vindas foi concretizado no dia 10 de setembro de 2019 e se encontra na loja Viajes e Inversiones HC. No momento o ATM permite transações envolvendo Bolívares, Bitcoin, Dash, Bitcoin Cash e Pesos Colombianos.

Fontes:

Cointelegraph (Notícia 1)

Decrypt (Notícia 1)

Cointelegraph (Notícia 2)

Decrypt (Notícia 2)


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